sexta-feira, 18 de julho de 2025

Coreia do Sul, Seul, 1 e 2 dia


Chegámos a Seul no dia 1 de Maio por volta do meio dia. Viagem do aeroporto até ao centro de Seul num autocarro que faz o serviço de transfere até ao hotel President, em City Hall, no centro de Seul. 

Ainda assistimos a uma manifestação do 1 de Maio e, por esse motivo o transporte não nos conseguiu deixar junto ao hotel. Depois de tanto tempo sentados no avião retomar o ritmo de andar e sentir o chão veio em boa hora.



As horas de viagem entre Lisboa e a escala em Abu Dhabi e depois deste até Seul são muitas e o primeiro impacto com o local onde se chega acaba por ser difuso. 

O que se avista das alturas do hotel e as primeiras incursões pelas ruas daquela zona, primeiro contacto com a comida e retemperar as forças para tentar usufruir da estadia na capital da Coreia do Sul.













                                          









Dia 2 de Abril 

O metropolitano foi o nosso principal transporte em Seul. 

Muito grande e moderno, com múltiplas saídas em cada estação e imensas ligações entre as muitas linhas, é essencial dominá-lo para tirar o melhor proveito das deslocações. 

Uma das indicações que levávamos no nosso plano de viagem incluía as instruções sobre a linha de metro a usar, a estação e o número da saída indicada para o destino pretendido. 


Assim, pela manhã apanhamos o metro e fomos visitar o palácio Gyeongbokgung.

Este palácio foi construído originalmente em 1395, mais tarde queimado e abandonado durante cerca de três séculos, foi depois reconstruído em 1867.

Era o principal e maior palácio entre os "Cinco Grandes Palácios" construídos pela Dinastia Joseon.











Depois de visitar o palácio fizemos o caminho a pé até Bukchon Hanok Village, bairro com casas tradicionais coreanas - hanok - onde almoçámos.






Seguimos ainda a pé até Isandong, rua pedonal repleta de lojas desde casas de chá, lojas com produtos artesanais diversos com destaque para lojas onde se vende o papel artesanal Hanji. Este papel é feito a partir da casca interna da amoreira do papel (Broussonetia papyrifera). 


Fomos andando a pé até encontrámos o Santuário Jongmyo, local que nos acolheu no seu saboroso silêncio, repouso apetecido para mantermos os níveis de interação de viajante.  


À medida que a noite se aproximava fomos deambulando por Myeongdong nos arredores do hotel. 




Terminámos o dia na zona Euljiro 4 (sa)-ga onde jantámos e continuámos a descobrir a comida Coreana.






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