quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Bali_Ubud

BALI, Ubud
Hoje foi dia de deambularmos pelas ruas de Ubud, que nos oferecem a todo o momento casas apalaçadas. As casas, na sua grande maioria, são muradas com a utilização de pedra preta e tijolo e exuberantemente decorados. Todas as habitações têm um pequeno templo familiar. No nosso hotel também existia um. Duas vezes por dia um sacerdote Hindu faz as orações no pequeno templo e percorre o exterior da casa fazendo oferendas onde acende incesosRituais de proteção da casa e de quem nela habita.
O nosso hotel está rodeado de arrozais.
Fizemos uma tentativa de ir ao museu Puri Lukisan de arte moderna, mas não foi suficientemente aliciante para entrarmos.
Visitámos o Palácio, que tinha várias áreas em obras. Mas os jardins são sempre locais aprazíveis e refrescantes.
Nas nossas voltas pelas ruas encontrámos o Miguel, um dos 3 portugueses que estão em Bali.Tem uma guest house e garante que fará um bom preço e que receberá muito bem os portugueses! Aqui ficam os contactos dele: Miguel Rodrigues Nogueira, Tropical Agronomist, mnogueira@gmail.com, telefone (indonésia) 62 – 82147457373.
Queríamos assistir a um espectáculo de música e dança balinesa e o Miguel sugeriu-nós o café Lotus, (www.cafelotusubud.com) onde poderíamos jantar e ver o espetáculo.

E assim fizemos. Num bonito espaço apalaçado degustando boas iguarias e a assistirmos à dança e música balinesa.











segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Bali_Ubud_Ulun Danu_Tanah Lot


Bali_Ubud
Segundo dia a explorar Bali a partir de Ubud. Acedemos à sugestão do guia e visitámos uma cooperativa de artistas. Entramos num estranho universo onde os artefactos expostos pretendem agradar aos potenciais turistas. No meio daquela avalanche reprodutiva de imagens decorativas é muito difícil encontrar algumas gotículas de produção de autor, a isto designam de “fine arte”.

O percurso continuou até chegarmos a pura Taman Ayun - reconhecido pela Unesco em 2012. A sua importância está relacionada com a cultura tradicional do arroz. Tem grandes jardins, impera a pedra e o tijolo vermelho.

Pelos caminhos de Jatiluwih usufruímos dos contínuos terraços de arroz.

O pura (templo) Ulun Danu Beratan situa-se sobre o lago Beratan. Nos jardins encontrámos um “Cupressus lusitanica”.

Daqui rumámos até ao mar, ao (templo) pura Tanah Lot . Entra pelo mar a dentro e, ao por do sol, sentimo-nos num cenário especial.O seu nome significa templo do mar e da terra.

Do percurso de hoje a ida a Danu Beratan revela-se árdua pela distância. O pura (templo) em si não deslumbra, só por estar sobre o lago. Não fomos ao templo Pura Luhur Batukau, que teria sido preferível e estava perto dos terraços de arroz.










domingo, 4 de outubro de 2015

Bali_ Ubud_Pura Basakih e Pura Tirta Empul

Bali, Ubud
Logo pelas 8,30h, num voo da air Asian, que nos custou cerca de 40 euros, voamos de yogyakarta para Bali. Em Bali ficamos em Ubud. A chegada foi assustadora com trânsito infernal.

No primeiro dia fizemos um tour. Aqui tudo é mais verde e fresco, estamos no campo. Alugamos um carro com motorista o que nos permitiu escolher os locais a visitar.
O percurso que o motorista optou por fazer foi por estradas secundárias de relevo acentuado, curvas sinuosas e, a todo o momento, fomos surpreendidos pela paisagem luxuriante.
Primeira paragem em Monte Batur, com a presença imponente do vulcão contíguo ao lago Dannau Batur.
De seguida, paragem num jardim botânico de espécies nativas onde bebemos o famoso café Luwak, feito das bagas de café depois de comidas e digeridas pelo lwak (pardoxorus hermaphroditus). Bebemos diversos tipos de chá e de café e vimos o processo de extração do óleo de coco.

Em Bali a população é maioritariamente Indu o que justifica as características das habitações e templos e não termos visto mulheres com lenços.
Por coincidência pudemos visitar dois templos Indus em dia de celebrações do 6 mês. O primeiro templo, Pura Besakih localizado num monte o segundo, Pura Tirta Empul, num vale.














sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Yogyagarta_Prambanan

Yogyagarta

De manhã visitámos o palácio do sultāo um enorme parque com vários pavilhões, um dos quais ainda serve de habitação ao sultão.
Assistimos a um concerto de musica tradicional javanesa.
Aqui Portugal estava presente: um guia que falava português, uma timorense que ao ouvir-nos falar se aproximou de nós, e também do restauro da Sangam House.
A Sangam House, situada próximo do palácio, é um conjunto de piscinas e um espaço de lazer do sultão.
Um arquitecto português, fez o trabalho de restauro suportado pela Gulbenkian. Na entrada existe uma placa escrita em português a assinalar este facto.
Depois de um almoço que nos custou 3€ a cada, fizemos um tour a Prambanan, que se situa a cerca de 17 km de Yogyagarka.
Prambanan é o maior complexo de templos índu na Indonesia, que foi construído no sec.9.
Alberga 240 templos, sendo os 3 principais dedicados a Shiva, Brahama e Wisnu.
Este conjunto, apesar de apresentar partes significativas ainda em ruínas e apesar da sua reconstrução continuar, nao deixa de supreender pela imponência.

E com saudades da nossa comida terminamos o dia no “Mediterranea Restaurant”. 









quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Indonésia_ Yogyakarta_BOROBUDUR

A cerca de 39 Km de Yogyakarta está Borobudur. Saímos às 5 da manhã de Yogyakarta para podermos assistir ao nascer do sol. Durante a viagem começamos a vislumbrar uma forma cónica que fumegava no cume. É o vulcão do Monte Merapi.
Mas o nosso destino é o templo de Borobudur. Classificado, pela UNESCO, como património da humanidade é também o maior templo budista do mundo.

No século VIII foi inicialmente construído como templo Indu e posteriormente continuado com os conceitos das stupas Budistas.
Com a chegada, no século XIV , do islamismo o edifício foi abandonado e, com o decorrer dos tempos, a floresta encobri-o e ocupou-o com vegetação.
No final do século XIX, Standford Raffles, administrador da ilha de Java, incumbiu especialistas holandeses de explorar a região onde havia escondida pela floresta uma enorme construção.
Em 1983 concluiu-se o programa de recuperação e reconstrução do complexo promovida pela UNESCO.

Alguns pormenores do complexo:
Altura do templo – 35,9 metros
Comprimento da base – 119 metros
Área – 14.161 m2
Quantidade de pedras utilizadas – 2 milhões

Aquele maciço de milhares de pedras sobrepostas e encaixadas, a quantidade de elementos decorativos e narrativos da vida de Buda, o tempo que por ele passou, bem como a sua relação com a natureza proporcionam uma experiência única.

De regresso a Yogyakarta apeá-mo-nos na movimentada rua de Malioboro, uma rua que é um autêntico bazar e que, por sua vez, abriga um enorme, confuso, barulhento e..... possivelmente autêntico bazar.











quarta-feira, 30 de setembro de 2015

A caminho de Yogyakarta

A caminho de Yogyakarta
Na estação de Gambir ás 08h00 partimos de comboio para Yogyakarta.


O comboio atravessa a cidade onde se assiste ao trânsito caótico de Jacarta e á sua poluição, pelo que é com agrado que nos afastamos dela.

Começam a aparecer as paisagens campestre que nos irão acompanhar ao longo das 7h30m de viagem até Yogyakarta.

No inicio deparamos com campos verdejantes de arrozais, mas logo começamos a observar planícies de campos dourados resultantes da colheita já realizada do arroz.



O comboio circula pelo lado norte da ilha de Java até Cirebon, de onde atravessa em diagonal a ilha para o lado sul até Purwokerto, numa paisagem de montanha, podendo-se ver arrozais em socalcos.

A partir deste local o trajeto do comboio circula pelo lado sul da ilha, numa paisagem mais plana e verdejante, com palmeiras, bananeiras e sempre os permanentes arrozais.



Chegados a Yogyakarta pelas 15h30m, ainda procuramos visitar o Kraton, mas devido ao adiantado da hora toda a zona envolvente estava deserta, pelo que regressamos para um belo descanso no hotel.

H.T./E.S.



segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Jacarta II_Bogor

Segunda feira, dia de trabalho...e eis o frenesim do trânsito. Novamente coragem para atravessar as ruas. Mesmo nos poucos sinais vermelhos eles não param. Fomos de táxi até Bogor. Pelo caminho ainda em Jacarta vimos uma manifestação só de mulheres, caminhando muito organizadamente e vestidas todas de igual. Soubemos mais tarde ser uma manifestação de professoras reivindicando melhores contratos de trabalho. Passámos depois por uma enorme avenida, 20 Km, ladeada de grandes arranha-céus. Bancos, escritórios de grandes empresas multinacionais..... enfim o sítio onde mora o dinheiro, que logo de seguida acabou, dando lugar onde ele não existe. Barracas miseráveis com as barreiras que davam para a auto-estrada a escorrerem lixo. Chegámos rapidamente. Bogor tem um imenso e luxuriante jardim botânico começado por Sir Stamfort Raffles que ali plantou a sua casa de campo para fugir aos calores de Jacarta. Continuado pelos holandeses, que desenvolveram várias culturas de outras regiões do mundo com vista à sua industrialização, por exemplo: chá, mandioca e tabaco. O parque continua atualmente a ser um centro de investigação e conservação de plantas.
Devido à sua extensão fizemos a visita de tuck-tuck e vimos: a arvore onde junto da sua grandiosa raiz os noivos gostam de ser fotografados, árvores do algodão e também uma árvore cujas folhas eram morcegos.
Voltámos de comboio, nós mulheres em carruagem própria devidamente guardadas por militar.
E termino de escrever com esta bela imagem de um sumo de melancia.

A. de F.